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Monday, October 3, 2011

Retorno ao Monte Velino




Finalmente depois de varias tentativas de organizar uma subida ao Monte Velino, nesse fim de semana fiz a minha segunda incursão a essa montanha, pico mais alto do terceiro grupo mais elevado dos Apeninos.
Dessa vez a trilha seria pelo lado norte, em duas etapas:
- No sábado subiríamos até o Refúgio Sebastiani (2102 mts) a partir do Campo Felice (uma estação de esqui). Esse percurso seria de 2,5 horas mais ou menos.


- No domingo seria a subida ao Velino com retorno até o refúgio novamente (de 3 a 4 horas de subida e 3 para descer) e descida até onde estava o carro (mais 2 horas). Digamos que no total seria bem puxado.
O grupo era de 6 pessoas, não todos habituados a caminhadas em montanha, e no final levamos mais tempo para chegar ao refugio. Chegamos em torno das 5 da tarde. O tempo estava perfeito, e a paisagem excepcional, principalmente o pôr do sol.
Tivemos que dormir em barraca, pois não tinha lugar dentro. No final nem fez tanto frio, por sorte.
Na manhã seguinte acordamos cedo para sair lá pelas 8 horas.
O nascer do sol também estava fabuloso, e ainda mais com os urros dos cervos, que se sentia ao longe.
Iniciamos a caminhada, que seria um sobe desce continuo. Passamos por uma primeira e pequena crista até Colle dell’Orso, depois prosseguindo até o Colle del Bicchero (2161mt).
Dali se descia até uma espécie de sela para subir novamente até a crista do Velino, passando ao lado do Monte Cafornia. Impressionante a crista, com uma trilha bem estreita, até chegar ao ataque final do Velino, que para mim durou uns 25 minutos, visto a trilha tinha muitos pedregulhos e se podia escorregar facilmente (claro que para uma pessoa treinada de 10 a 15 minutos).


O dia estava completamente limpo e se via inclusive o pico do Gran Sasso. No topo tem uma enorme cruz de ferro e uma bela estátua de uma madonna.
A descida foi bem dura para mim, o meu joelho já estava bastante dolorido. O retorno de volta ao refúgio foi em torno de 3 horas e 15 minutos e ainda teria que retornar ao carro.
Praticamente toda a trilha foi feita com poucas paradas. Somente uma maior de 30 minutos no topo do Velino. Cheguei de volta ao refugio as 15:15 e as 15:40 já estava na trilha para retornar ao carro, que durou em torno de 2 horas e vinte, sem parada!!!
Ou seja, no total do dia, 10 horas... Quando cheguei ao carro estava completamente acabado e ainda me esperavam quase 3 horas de carro para voltar para Roma (transito complicado...).
No final valeu o esforço, de noite em casa foi só botar o joelho debaixo do gelo ;)

Sunday, June 12, 2011

Monte Tarino II

Dopo un periodo senza nessuna camminata, ho sfruttato la festa della repubblica per fare una passeggiata in montagna.
Una amica mi ha invitato per andare al Monte Tarino, che già conoscevo, ma la via di accesso sarebbe diversa.
Il Monte Tarino fa parte dei monti Simbruini, Lazio. Sono circa 130 km da Roma, vicino a Fiugi.
Siamo partiti dal parccheggio della Santissima Trinità (santuario famoso nella regione) verso le 9:30. Il sentiero a volte non era molto bene segnalato e abbiamo perso un po' di tempo per arrivare in alto.
Purtroppo il tempo improvisamente è peggiorato e una pioggia fina e la nebbia ci hanno fatto ritornare prima del previsto.
Al ritorno abbiamo trovato problemi con le indicazioni nel sentiero e alla fine la strada si è allungata e siamo rientrati verso le 3:30.
La cosa curiosa della giornata è stata nel sentiero di ritorno, mentre decidevamo quale strada prendere improvisamente due tori arrivano dietro di noi, incredibilmente senza fare nessun rumore. E si sono aviccinati senza un aspetto amichevole. Abbiamo deciso di andare via proprio sulla punta dei piedi, non si sa mai ;) ...

 

 

Tuesday, March 22, 2011

Finalmente le Dolomiti

Finalmente nel ponte del 17 marzo sono riuscito a conoscere una delle poche regioni d’Italia che non ero mai stato, il Trentino Alto Adige. E certamente dovevo visitare una delle più caratteristiche zone di montagna italiana: le Dolomiti.

Decido di iscrivermi in un’escursione con Trekking Italia, la gita sarebbe fare camminate con le racchette di neve (ciaspolata) nel parco naturale Fanes-Senes-Braies.






 Il parco si trova non molto lontano da Bolzano. Il viaggio in treno da Roma non è molto confortevole, alla fine non riesco a trovare un posto in cuccetta e passo la notte senza dormire decentemente.
Cambio di treno a Bologna, Bolzano e Fortezza, prima di arrivare alle 10:30 a Brunico, città dove dovevo trovare il gruppo per prendere il trasporto fino a San Vigilio di Marebbe nel rifugio Pederu.
Arriviamo al rifugio verso le 13:30, già vestendo le ciaspole per fare una salita di 3 ore fino al rifugio di Fanes, la nostra base per i prossimi giorni.
La notte senza dormire fa effetto e soffro a salire. Il tempo è abbastanza brutto e alla fine arriviamo al rifugio Fanes, circondato di alcune montagne, un ambiente veramente bello.
La cena è molto presto, alle 19, ma nessuno si lamenta, alla fine dopo la camminata, senza un pranzo decente…
Il giorno seguente è un po’ strano, parti di cielo blu e nuvole vengono e vanno molto velocemente. Camminiamo senza problemi con le racchette. Mi sento molto meglio del giorno prima.






Arriviamo fino a un punto, dove sarebbe difficile continuare, visto che non c’erano tracce nella neve e cosi sarebbe complicato camminare con la neve morbida, anche con le racchette.
Torniamo in dietro e facciamo un altro sentiero, in alto, arrivando a un posto magnifico. Rientriamo dopo circa 6 ore di camminata. Il pomeriggio è di riposo e andiamo a dormire presto, anche perché non c’è molto da fare in un rifugio a 2060 mt in mezzo al nulla 
Sabato, che dovrebbe essere un giorno con un tempo migliore, è al contrario, molto nuvoloso. Partiamo presto e prendiamo la neve ancora ghiacciata e dura, meglio per camminare. Seguiamo le tracce di sci di fondo, salendo sempre fino ad arrivare a una specie di altipiano, con paesaggi bellissimi, anche se il cielo si tornava ad ogni momento di un colore grigio scuro da spaventare un po’.
Cerchiamo di arrivare a una cima, ma la neve non permetteva, e un po’ prima di arrivare al rifugio inizia a nevicare, indicando che la provvidenza ci aveva lasciato partire nel momento giusto. Alla fine sono 6 ore di camminata.






La notte prometteva una domenica di tempo bello e così è successo. Decidiamo partire con il gatto di neve per scendere al rifugio Pederu e fare una camminata in quella zona, così dopo eravamo già nel posto dove il trasporto ci porterebbe alla stazione di treno di Brunico.
Il tempo era incredibilmente bello, con un cielo blu spettacolare. Iniziamo a camminare con una salita fortissima fino al rifugio Fodard, un posto veramente meraviglioso. Dopo visitiamo il rifugio Senes, non meno bello che l’altro. Torniamo al Pederu dopo circa 4 ore di ciaspolata.
Purtroppo il ponte era finito, prendo il treno da Brunico a Bologna e poi a Roma, arrivando alle 23:30 a casa, stanco, ma molto contento per aver conosciuto posti molto speciali.



Sunday, October 10, 2010

Fim de semana em Astúrias

Tenho que me desculpar com os meus leitores, afinal ultimamente não tenho sido freqüente com meus blogs.
Já estou bastante atrasado com o blog das férias de verão...
Bem, no final vou acabar escrevendo sobre o fim de semana passado, quando estive na Espanha, para mais uma Berrea, que ao final acabou não acontecendo, mas acabamos fazendo uma visita a Ibias, um lugar muito bonito e que minha caríssima amiga Maria acaba de lançar um guia completo de sua autoria (recomendo o seu blog sem dúvida: El Lejano Oeste).
Como de costume peguei o avião Roma-Santander na sexta, para depois seguir até Oviedo de ônibus.
De lá segui até Fondos de Vega, onde ficamos numa casa rural, muito bem cuidada, e num lugar muito interessante, diante de um rio e montanhas, uma espécie de pequeno vale.
A previsão do tempo não prometia muito, mas o ‘pessoal lá de cima’ foi generoso conosco, o sábado amanheceu com um belo sol e saímos em direção ao ponto de partida de nossa caminhada: Sisterna.
É um pequeno pueblo nas Astúrias, mais precisamente na municipalidade de Ibias. A caminhada seria tranqüila, pois estávamos com crianças pequenas.
O roteiro era baixar do alto da montanha até o fundo do vale do rio Ibias, onde estão as ruínas de um pequeno povoado, El Corralin.





A trilha é tranqüila, entre bosques com castanheiras centenárias, avelãs e tantas outras espécies. O interessante é que é uma região freqüentada por ursos, lobos, raposas, martas e outros animais.
Ao chegar no povoado encontramos Francine, mais conhecida como a dama do Corralin, uma francesa que decidiu se mudar para ali, como uma eremita.
Decisão de muita coragem, visto que não existe luz elétrica e nem estrada de acesso, apenas a trilha no meio do mato, com uma hora de distancia até a cidade.
Passamos um tempo conversando com ela, muito simpática e amável, contando sobre as suas razões e como ela sobrevivia, vendendo artesanato para gente que passava por ali, recebendo doações do pessoal da região e comendo coisas de uma pequena horta.





Muito legal quando ela comentou que um dia havia topado com um urso no meio da trilha, e que um dos dois tinha que sair do meio do caminho para o outro passar. No final o urso foi cavalheiro e saiu do meio do caminho, ehehe
Além da pequena casa de Francine está por ali uma pequena capela, dedicada a São Miguel.
Voltamos pelo mesmo caminho, agora em subida, e almoçamos num restaurante em Sisterna. E na Espanha se come muito bem, tenho que dizer.

 
 


Saímos de lá e seguimos até Villaoril, para visitar a casa da família de Maria.
O local também é um pequeno povoado no meio de montanhas. E a antiga casa tem mais de duzentos anos. Ao entrar vemos um quadro com sua árvore genealógica, onde a primeira pessoa tem data de nascimento em final de 1700.
Ali reencontrei o pai de Maria, que havia conhecido uns anos atrás. Um senhor de enorme simpatia e muito divertido.
Voltamos a Fondos para dormir e no dia seguinte a previsão deu uma dentro, ou seja, chuva forte, todo o dia. No final ficamos juntos e depois almoçamos em um local chamado Gedrez. Comida muito boa, principalmente as costelas de cabrito ?
Logo após de comer retornamos a Oviedo, onde passei mais algumas horas com minhas amigas até pegar o ônibus para Madrid durante a madrugada, para pegar o vôo de retorno a Roma na manhã de segunda feira.


 






Sunday, December 6, 2009

Monte Navegna - 06/12/2009

Dopo qualche settimana di riposo sono tornato oggi per una tranquilla e gradevole passeggiata in montagna.
La meta è stata il monte Navegna (1508 mt), regione Lazio, provincia Rieti.


Visualizza Monte Navegna in una mappa di dimensioni maggiori

L’itinerario, suggerito da mia amica Elena, c’era inizio ad Ascrea e durata di 2 ore per salire e un po’ di meno per scendere.
La giornata per me è iniziata un tanto contorta, visto che ho perso l’orario, pero siamo risusciti a iniziare verso le 10:20 del mattino.
Eravamo in tre, a parte Elena ed io, c’era Cristina, una sua amica di viaggi con Avventure nel Mondo.
Faceva abbastanza freddo in autostrada, il termometro segnava 2,5 gradi, poi, all’inizio del sentiero la temperatura era di circa 5.
Non c’erano particolari difficoltà e una bella vista del lago di Turano ci accompagnava.







Sempre in salita siamo arrivati in una fontana e dopo, un po’ per rendere meno noioso il sentiero Elena decide di tagliare una parte del cammino e siamo saliti da una parte non segnalata. Pero niente di complicato.
Alla fine siamo arrivati in vetta per un po’ dopo le 12:30 per il meritato pranzo. E la vista era molto bella, con la croce abituale. La vista del monte Velino innevato è sempre affascinante.
Alcuni cavalli e neve completavano il paesaggio nel campo della vetta.
Non siamo rimasti molto, il tempo per mangiare perché faceva molto freddo e così siamo scesi dopo una mezz’oretta per tornare a Roma.
Alla prossima!

Altre foto Monte Navegna