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Sunday, June 12, 2011

Monte Tarino II

Dopo un periodo senza nessuna camminata, ho sfruttato la festa della repubblica per fare una passeggiata in montagna.
Una amica mi ha invitato per andare al Monte Tarino, che già conoscevo, ma la via di accesso sarebbe diversa.
Il Monte Tarino fa parte dei monti Simbruini, Lazio. Sono circa 130 km da Roma, vicino a Fiugi.
Siamo partiti dal parccheggio della Santissima Trinità (santuario famoso nella regione) verso le 9:30. Il sentiero a volte non era molto bene segnalato e abbiamo perso un po' di tempo per arrivare in alto.
Purtroppo il tempo improvisamente è peggiorato e una pioggia fina e la nebbia ci hanno fatto ritornare prima del previsto.
Al ritorno abbiamo trovato problemi con le indicazioni nel sentiero e alla fine la strada si è allungata e siamo rientrati verso le 3:30.
La cosa curiosa della giornata è stata nel sentiero di ritorno, mentre decidevamo quale strada prendere improvisamente due tori arrivano dietro di noi, incredibilmente senza fare nessun rumore. E si sono aviccinati senza un aspetto amichevole. Abbiamo deciso di andare via proprio sulla punta dei piedi, non si sa mai ;) ...

 

 

Sunday, January 23, 2011

Passagem de ano 2011


Em meu post anterior havia comentado que Havia conseguido passar as férias de fim de ano no Brasil.
Bem, como de costume não poderia deixar de fazer uma pequena viagem com a Namaste, dos meus caros amigos Alécio e Márcia.
Dessa vez o destino seria a cidade de Passa Quatro, Minas Gerais.
Foram quatro dias, com duas caminhadas em montanha, um dia com cachoeira e o ultimo um passeio light num trem antigo com Maria Fumaça pela serra da Mantiqueira.
Partimos de São Paulo na quarta à noite, e depois de umas 4 horas de viagem estávamos em Passa Quatro.
Na quinta pela manhã vamos de van para o ponto de partida da trilha para o Pico do Garrafão, com 2359 m e que fica no Parque Estadual da Serra do Papagaio.
Houve um problema de comunicação com o guia local e no final iniciamos a trilha tarde e por uma via que era mais difícil. Éramos em torno de umas 15 pessoas.
O tempo estava ruim e com cara de chuva, mas mesmo assim começamos a caminhar. De inicio uma subida muito forte e longa por uma trilha bem lamacenta. Terminada a subida estávamos bastante cansados e uma neblina forte impedia de ver o nosso destino.
Uma chuva fina caía, mas continuamos, e entramos numa pequena mata bem fechada e com muita lama, era a ultima parte antes de iniciar o ataque ao pico. Mas de repente a chuva aumentou e ficou muito arriscado continuar e os guias decidiram voltar, pois teria o risco de que com a neblina forte a trilha ficasse complicada de ser seguida.

Pico do Garrafão

 

 

Descemos pela mesma trilha e depois retornamos ao hotel. A maior parte do grupo estava quebrada, o que significaria que para o dia seguinte seriam bem menos pessoas para fazer o pico do Itaguaré.
Na quinta acordamos bem cedo para pegar a van que nos levaria ao inicio da trilha, e apenas 7 pessoas fariam a caminhada.
Depois de cerca de uma hora e quarenta minutos de uma estrada de terra tortuosa e com muita lama tivemos que descer do carro, pois não este não conseguiria passar.
E assim nossa trilha iniciou ali. Encontramos os guias locais que nos acompanhariam até o pico. O dia estava encoberto e uma chuva fina caía. O inicio da trilha não era complicado, mas depois de uma meia hora começou uma subida forte no meio de mata fechada. A subida era feita em degraus bem alto de terra entre as raízes das árvores.
Depois de umas duas horas e meia de subida a trilha melhora um pouco, com menos inclinação. Fizemos uma pequena parada numa pedra enorme que servia de mirante para descansar e comer algo.
Seguimos ainda por mais uma meia hora até chegar num ponto que me fez tremer... Uma canaleta muito inclinada e alta.

Pico do Itaguaré

 

 

Nesses pontos o meu medo de partes expostas vem a tona e a coisa complica. Com muita dificuldade e ajuda dos guias fui subindo, e chegando ao final dessa parte tive uma câimbra forte na coxa...
Tive que esperar um pouco para poder continuar. Ali já estávamos fora da mata, mas a montanha estava completamente coberta... Após mais um pouco de trilha entre enormes rochas chegamos ao pior ponto para mim. Deveríamos passar por uma parede de rocha com uns 70 graus de inclinação e uns dez metros de altura. Mais ou menos na metade dessa parede havia uma fissura na rocha de uns 10 cms de largura (só dava para colocar um pé...) que serviria como trilha para chegar ao outro lado. Posso dizer que foram os 5 passos mais longos de toda a trilha. Eu suplicava para o guia não sair do meu lado, e nisso pude imaginar o meu olhar aterrorizado pelo medo...

Pico do Itaguaré

 

 

 


Bem, terminada essa parte outra subida inclinada e chegaríamos ao ponto que pensei que seria o topo... O guia explica que não, que ainda faltava mais um pouco, uns 20, 30 m, mas teria o tal 'pulo do gato' e um 'elevador' para chegar lá. Eu disse a eles que eu não prosseguiria, pois se eu já havia passado por apuros até ali, imagine como seria o tal pulo do gato...
Nisso eram já 15:00, ou seja, 5 horas de caminhada para chegar até ali. Tudo coberto pela neblina, não se via nada e começava a chover. O guia acabou achando melhor não ir até o pico, pois não se veria nada e ainda para chegar ali com as dificuldades teria mais pelo menos 40 minutos e ficaria muito complicado descer com margem de segurança com a luz do dia.
Comemos algo e após uns 15 minutos partimos para a descida. Passei pelos mesmos apuros da subida, mas foi tudo bem e depois de 3 horas e 40 minutos de descida chegamos ao inicio da trilha novamente. Chovia ainda e pegamos uma carona na pick-up do guia para passar o ponto de lama e chegar onde estava a nossa van.
Com a chuva a estrada estava um barro só e assim a van passou por dificuldades, atolando uma vez pelo menos.
Com isso chegamos exaustos no hotel, onde dali a uma hora e meia iniciaria a ceia de ano novo!

Outras fotos

Sunday, November 7, 2010

Monte Sirente

Dopo alcuni fine settimana deludenti da un tempo terribili, questo sembrava uno promettente.
E così mi sono ‘ribellato’ e deciso che sarei uscito per fare qualche passeggiata in montagna questa domenica.
Ho ricontrollato varie volte il meteo e come il solito, alcuni siti erano ottimisti e altri invece no…
In ogni caso ho deciso di rischiare. Avevo deciso di fare un sentiero bene segnalato, ma con montagna. E avevo trovato in una guida che ho comprato da poco una via ‘tranquilla’ al monte Sirente (2384 mt).
Indicava 3,5 ore per salire e 2,5 per scendere. Con un dislivello di 1000 metri circa. Il punto di partenza è Rovere, un paesino vicino a Ovindoli, Abruzzo. In fatti il Sirente appartiene allo stesso parco del Monte Velino, che ho fatto l'anno scorso.
Sono partito da Roma alle 7:30 e sono arrivato senza problemi alle 9:15 all’inizio del sentiero.
Devo ammettere che ero un po’ timoroso, visto che in montagna non ero mai stato da solo (anche dopo aver fato Compostela tante volte da solo…).
Come credo di essere una persona molto fortunata, nel parcheggio trovo un gruppo di persone che era appena arrivato e domando a loro se conoscevano il sentiero.
Sono stati gentilissimi in darmi delle informazioni e abbiamo fatto una parte insieme, loro non andavano al Sirente, ma a un rifugio in zona.
E incredibilmente nel gruppo c’era una ragazza peruviana che aveva fatto, come io, varie volte il cammino di Santiago.




 

Dopo circa un’ora di salita ci siamo separati, io ho continuato per il sentiero 14, molto bene segnalato.
È un sentiero lungo con salite non tanto ripide. Molto gradevole, anche se un po’ monotono. Il tempo era bello e io mi sentivo molto bene. A un certo punto, credo che a 1700 o 1800 mt il tempo comincia a cambiare, il vento portava nuvole e nebbia. Sono rimasto in dubbio, perché so che potrebbe essere rischioso. Pero, guardando il sentiero così bene segnalato ho deciso di continuare.
Il cammino si svolge senza problemi non fosse il vento gelido, e c’erano anche punti con un po’ di neve.
Improvvisamente il paesaggio si apre riesco a identificare quello che immaginavo la vetta.
Il problema è che era coperto dalla nebbia ma ogni tanto si apriva. Decido di andare verso il precipizio per guardare il paesaggio. Non mi sono pentito, pero lì credo di aver commesso un piccolo errore, perché mi sono distanziato dei segnali e ho deciso di salire la parte mancante per una rampa molto ripida.
In questo modo ho perso un po’ di tempo, e sono arrivato alla cima di questa parte verso le 13:00. Il vento, il freddo e la nebbia mi impedivano di vedere se ero veramente nella parte più alta e anche dove era il sentiero che dovrebbe portare alla vetta.

Monte Sirente
 
 

La conclusione è che ho deciso di tornare, perché non potevo rischiare arrivare senza luce. Alla fine tornando vedo una coppia che saliva dalla parte dietro della cima e lì mi sono reso conto di aver preso la strada più difficile e anche dove era la cima del Sirente. In ogni caso sono arrivato a quota 2250 circa.
E tornando decisivamente il sentiero era più tranquillo. E per mia sorpresa la nebbia si era posseduta di tutto il paesaggio. Durante tutta la discesa era presente e per mia fortuna subito dopo arrivare nella macchina, verso le 16:00, una pioggia intensa inizia a cadere.
Visto che con il tempo stretto non mi ero fermato, credo che nel massimo mezz’ora, sono arrivato veramente stanco. Mangio un panino che era rimasto e prendo la strada verso casa.
Come ultimo commento, vorrei ringraziare Mauro, Simona, Franco, Velina e Zolia per la piacevole compagnia e per la loro attenzione!

 

 

Tuesday, February 2, 2010

Mais Serra do Caraça

No primeiro dia de 2010 estava prevista a caminhada a Campo de Fora, que seria de aproximadamente 14 kms, ida e volta.
A julgar pela chuva que tinha caído na véspera as perspectivas não eram boas, mas incrivelmente o dia amanheceu somente nublado.
Começamos a caminhada e fui relembrando a paisagem inalterada de dez anos passados.


     Cupinzeiro



A trilha iniciou tranqüila, mas depois entramos em mata cerrada, com muita água e trechos de lama. O desnível não era tão grande, mas também não era um caminho plano.
Conversei com João Julio, e foi legal relembrar a trilha feita no passado, ele me indicou os diversos picos da região, muito bonitos de longe, mas que pela falta de tempo não conseguiria fazer.
Em um ponto saímos da mata fechada para dar em um pequeno descampado, com a visão do campo e montanhas ao fundo. E nesse local a vegetação era já diferente: cerrado, característica pelos arbustos e plantas de pequena altura.




Paramos para esperar o grupo que caminhava mais lentamente e aproveitamos para comer. Nisso nuvens carregadas chegaram rápidas e tivemos que tirar as capas de chuva... Durou apenas um minuto!
Continuamos a caminhada, pois faltava ainda uma hora para chegar à cachoeira, o destino final do dia.
O resto da trilha era aberto e curtimos a paisagem e a variedade de plantas do cerrado. Enfim chegamos.
Para descer e poder tomar um bom banho tinha um local meio exposto, mas para minha surpresa desci sem muitos problemas. Chegamos num pequeno platô, que na verdade era a primeira parte da cachoeira que depois continuava sua queda por mais uns 50 metros. Nisso olhando para baixo, João Julio me indicou o ponto onde quase caí dez anos antes.



A água estava fria, mas a vontade de fazer uma hidromassagem foi maior e em minha opinião não tem coisa mais relaxante que ficar debaixo de uma queda d’água.
A volta foi tranqüila, mas a maioria acabou chegando bem cansada. Eu me sentia muito bem, obviamente também com um pouco de fadiga.
À noite fomos jantar num pequeno vilarejo muito interessante chamado Brumal, com casas e igreja no estilo colonial português. Eu e mais um pessoal decidimos voltar a pé para a pousada: mais 3 kms de caminhada!
O dia seguinte amanheceu com um belíssimo sol.
Antes de partir visitamos o alambique que tinha ao lado da pousada. Não era muito grande, mas muito legal ver como é a produção da cachaça.



Alambique
Seguimos para o parque novamente para fazer a trilha da Cascatona. Mais da metade das pessoas decidiu não fazê-lo, pois eram mais outros 12 kms. No fim o grupo era mais compacto e caminhamos mais rapidamente. A trilha também estava bastante encharcada, mas a fizemos sem problemas, apesar de que quando saímos da mata fechada estava bastante calor.
Chegando a Cascatona o visual foi fantástico, a quantidade de água era enorme. Estávamos na parte de cima e tínhamos uma visão geral do vale maravilhosa.



Descemos até um pedaço da cachoeira, com trechos bastante íngremes na rocha. Nessa não foi possível tomar um banho, o volume de água era tão grande que seria muito complicado.
Vimos a cachoeira de baixo para cima e o único banho que tomei foi o borrifo que vinha da água que caía de uma altura de uns 70 metros. Além de estar circundado por um pequeno arco-íris.



Retornamos ao mosteiro bastante cedo, o que nos permitiu visitar a cascatinha também, pois seria a mais uma hora de caminhada fácil.
No meio do caminho deparamos com pegadas de Lobo-guará. Chegando lá deu para aproveitar bastante a cachoeira, a hidromassagem foi tão boa que quase perdi o fôlego pela força e temperatura fria da água.
Mas sai dali com uma sensação de leveza que não tenho como descrever.


     Pegada Lobo-Guará

Retornando ao mosteiro reencontramos o resto do pessoal e a luz do final de tarde era encantadora. Jantamos por ali mesmo e antes de retornar a pousada fiz uma fotos do calvário, que tinha um cenário muito especial com aquela luz.
Infelizmente não poderíamos ver os padres alimentando o Lobo-guará, pois seria mais tarde e assim não poderíamos sair do parque. Mas não tinha importância, o dia tinha sido fantástico.



E assim terminava a estada no Caraça, pois no dia seguinte pegaríamos a estrada de volta a São Paulo durante todo o dia.
Nos despedimos de Eduardo e Consuelo, os proprietários da pousada, um casal muito simpático e hospitaleiro, que nos deixaram tão a vontade que nem parecíamos clientes.
Foram 12 horas de viagem cansativa, mas estava muito contente por ter podido retornar num lugar tão especial.






Outras fotos da Serra do Caraça

Passagem de fim de ano na Serra do Caraça

Como sempre no final de ano volto ao Brasil para passar o Natal e fim de ano com minha família e rever amigos e parentes.
Não foi diferente em 2009.
Para quem imagina que férias retornando a casa possam ser tranqüilas se engana. O tempo acaba sendo pouco para rever todas as pessoas queridas e ainda mais no meu caso, tendo parentes em cidades diferentes da minha.
Bem, não posso reclamar da vida, afinal consigo sempre rever as pessoas, mesmo que essas reclamem do pouco tempo dedicado.
E além de rever as pessoas consegui alguns dias para passar o fim do ano fazendo algo que eu gosto muito: caminhar em meio a natureza.
O roteiro escolhido foi a Serra do Caraça, numa excursão com a Namaste, agencia de ecoturismo de um grande amigo meu, o Alécio. E no final também serviria para rever outros amigos de tantas caminhadas passadas.
Foi minha segunda incursão ao Caraça, a primeira havia sido dez anos atrás com a mesma Namaste.
O lugar é muito bonito, fica a uns 120 kms de Belo Horizonte e está dentro de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural). Faz parte da Serra do Espinhaço, cadeia montanhosa do planalto Atlântico nos estados de Minas Gerais e Bahia.
Dentro da reserva existem as ruínas de um colégio antigo e um monastério datado de 1883. Na realidade o local começou a ser habitado já antes, em torno a 1700. Na metade do século XVIII chega o irmão Lourenço, personagem misterioso que segundo a lenda era um fugitivo das perseguições do Marques de Pombal em Portugal. No seu tempo foram construídos um monastério e uma igreja barroca.



Partimos a noite de ônibus de São Paulo e a viagem foi longa, cerca de 10 horas. Chegamos de manhã, com uma chuva bem forte. Após o café seguimos ao parque, que fica a 4 kms da pousada.
Ali assistimos a um vídeo sobre a região e encontramos o nosso guia para as caminhadas, João Julio, que era o mesmo de 10 anos atrás e incrivelmente se lembrava de mim. Não era por menos, afinal tinha sido ele mais o Alécio que me seguraram pela camiseta quando me desequilibrei quando descia a uma cachoeira. E se não fosse por eles certamente o meu destino seria bem complicado, teria caído de uma altura bem grande.
Visitamos o pequeno museu do mosteiro, onde havia várias coisas do tempo do colégio e os leitos onde haviam dormido o Imperador Dom Pedro II e sua esposa, a Imperatriz Teresa Cristina. Almoçamos no refeitório, comida mineira simples e boa.



Como a chuva tinha parado decidimos fazer uma pequena caminhada ao chamado tanque grande. Chegamos a essa pequena represa, onde tomamos um banho na água bem fria para limpar as energias negativas do ano que terminava.
Saindo do tanque a chuva continuou a castigar novamente... Quando retornei ao mosteiro tomei uma boa pinga da região para esquentar.
Troquei de camiseta, visto que a outra estava completamente molhada. Vesti outra velha que tinha achado em casa dos velhos tempos de viagens com a Namaste. Era de 1999 e comemorativa da ATP, a associação dos turistas pentelhos, criada por mim e outros freqüentadores das caminhadas da época com o escopo de fazer brincadeiras com os guias de montanha.
Tinha a seguinte frase: ‘Se não guenta porque veio?’, alusão ao pessoal que reclamava de algumas trilhas pesadas. Bons tempos aqueles.


       João Julio (guia do Caraça)
Pegamos o micro ônibus de retorno para a pousada, estava chovendo bastante e um dos padres nos disse que seria difícil passar num ponto da estrada, por estar alagado.
Ele tinha razão, ao chegarmos num determinado ponto da rodovia, esta estava com água até a altura do joelho. Um carro do lado contrário passou com a seguinte estratégia: motor apagado e as pessoas empurrando o carro. Deu certo, apesar de provavelmente ter entrado água dentro...
Em teoria poderíamos fazer o mesmo, mas o motorista não queria arriscar. Após uns 15 minutos o padre que estava no mosteiro nos disse que seria melhor passar, pois dentro de pouco tempo seria impossível, pois como tinha chovido na cabeceira do rio a água iria subir rapidamente.
Não pensamos duas vezes: saiu todo mundo do micro ônibus e começamos a empurrá-lo até o outro lado.
Funcionou! E conseguimos chegar a tempo para passar o ano novo na pousada e não na estrada!


     Eu, Marcia, Alécio e Aline

Os preparativos para noite foram tranqüilos, batendo papo e enchendo bexigas como decoração.
A ceia de Ano Novo foi bem tranqüila, o pessoal da pousada foi super legal e comemos muito bem, sem falar nos vinhos argentinos e chilenos que o Alécio e o Beto tinham trazido.
E foi muito bom passar o ano em companhia de velhos amigos, que faço questão de citar o nome: Cris, Sheila, Aline, Alécio e Márcia, Beto e Ema.
Lá fora a chuva continuou sem trégua até as primeiras horas de 2010.

To be continued ...

Outras fotos Serra do Caraça