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Sunday, July 21, 2013

Ilha da Pascoa (Easter Island) - II


Continuando o blog da ilha:

Rano Raraku
Local onde os Moai eram esculpidos, é uma cratera de vulcão extinto. Para mim o local mais interessante da ilha. Os Moai estão por toda parte e na sua maioria soterrados. É impressionante a visão das cabeças no gramado e o corpo abaixo da terra. Além do mais existem os Moai inacabados na rocha. Fui ao local duas vezes, na primeira estava quase chovendo, com o guia e a segunda sozinho e com sol, com a gentileza do guarda ter deixado entrar novamente, pois o bilhete é válido apenas uma vez.






Rano Kau
Vulcão extinto, com uma cratera que possui uma serie de pequenos lagos no seu interior. Fui umas três vezes no local, até que a última com um belo tempo. Existe uma trilha que vai do centro de Hanga Roa até o mirante principal da cratera. A trilha até o mirante não é excepcional e dura uns 45 minutos. Já caminhar na trilha rodeando a cratera é fascinante, principalmente com sol. A visão dos lagos internos é especial e chegando quase na ponta é possível observar o mar e as ilhotas onde os homens-pássaro chegavam.






Orongo
Aldeia sagrada, onde eram efetuados os rituais dos homes-pássaro.  O local fica no alto da cratera (Rano Kau) e tem uma paisagem de tirar o folego. 
Esse ritual era uma espécie de competição para escolha da tribo que deteria o poder. Consistia em um representante de cada tribo (Hotu), que deveria descer a encosta da cratera, nadar até uma ilhota (Motu Nui), escalá-la e pegar um ovo de uma espécie de gaivota. O primeiro que conseguia seria consagrado como Tangata Manu (homem-pássaro) e a sua tribo a que deteria o poder na ilha. Existem muitos petroglifos na ilha com a representação desses competidores e as divindades.  Dizem que muitos morriam por atacados por tubarões, outros por cair na escalada ou mesmo afogados.






Outros pontos de interesse
Te Pito O Te Henúa: local a beira-mar onde existe uma pedra vulcânica redonda que é considerada o umbigo do mundo. O guia colocou uma bússola em cima da pedra e o ponteiro do norte ficou perdido...
Papa Vaka: local com petroglifos de peixes
Puna Pau: local onde os chapéus dos Moais (Pukao) eram esculpidos em rocha vulcânica de cor avermelhada.






O pessoal da ilha é muito acolhedor, aviso somente que os preços de restaurantes são bastante salgados, mas se come bem em geral. Para que gosta de um cebiche e atum a ilha tem bastante a oferecer. 
Em Santiago do Chile já nao posso comentar muito, pois fiquei muito pouco. Visitei a plaza de armas e o mercado, pode-se comer também uma boa empanada e pratos a base de peixe e mariscos.


Ilha da Pascoa (Easter Island) - I



Depois de um longo período sem uma viagem importante, estou de retorno de minhas ultimas férias e ao blog.
Aproveitei a estadia no Brasil para dar um pulinho a Ilha de Pascoa, uma meta antiga na minha lista.
A falta de tempo para organizar uma viagem mais elaborada me fez escolher a ilha.
A duração foi de uns 9 dias, incluindo a parada em Santiago, pois não é possível ir até lá no mesmo dia. Atualmente existe somente um voo que parte as 8:15 de Santiago e retorna da ilha as 13:10, chegando em Santiago as 21:00.
Na ilha foram 6 dias, 5 noites. Não tive muita sorte com o tempo, chovia bastante inclusive durante o dia.
Nos dias finais o clima melhorou e pude aproveitar para refazer os passeios e tirar fotos melhores. Aluguei um pequeno jipe, acho que é providencial para quem quer ter a liberdade de locomoção na ilha.
A ilha em si não tem muitas atrações diferentes, mas as que tem são bastante impressionantes.






Plataformas (Ahu) em vários pontos da ilha
Os Ahu são  plataformas onde eram erigidos os Moai, as famosas estatuas.
A maioria estão a beira da costa. Muitas delas tem os Moai restaurados e colocados em pé novamente. Outras tem os Moai derrubados com os chapéus (Pukao) espalhados no chão.
Eu recomendo uma visita com guia, pois tem muita coisa interessante para saber, e ver somente deixaria a desejar. Fiz uma excursão com um guia francês radicado na ilha, que tinha um conhecimento fantástico. Mas sabia que depois teria que fazer um passeio sozinho para poder aproveitar  e fotografar melhor.
Existem muitas teorias sobre os Moai, que variam de 2 a 10 metros de altura (aqueles completados) e pesando até 80 toneladas. Existe um começado que chegaria até 20 metros! A teoria mais aceita é que representariam ancestrais sagrados, a maioria está voltada para a cidade e não para o mar, com exceção do Ahu Akivi, no centro da ilha.
Ao contrário do que se poderia pensar são relativamente recentes, construídos entre 1250  e 1500 d.c.










Grutas/covas em vários pontos da ilha
Na língua local gruta é Ana e existem várias espalhadas na ilha, em especial Ana Kai Tangata, que na verdade é um túnel de lava na costa, incluindo pinturas rupestres com desenhos do homem-pássaro (Tangata Manu).







Hanga Roa: 
Principal vila da cidade, com o museu, que é pequeno, mas vale a pena visitar. Existem alguns Ahu muito interessantes nas redondezas, que podem ser alcançados facilmente a pé. Como a área de Tahai.
Também tem restaurantes e casas que oferecem espetáculos de dança e comida típica. Eu particularmente fui a um espetáculo interessante, apesar de me parecer bastante turístico.









Mergulho
Para quem gosta do esporte é possível mergulhar, embora a fauna local seja escassa, a visibilidade e a geografia marinha são o ponto forte. Eu pude fazer um somente, num arrecife próximo da costa. Um Moai de cimento colocado a 25 metros de profundidade é uma atração interessante.

Anakena
Uma das duas praias de areia da ilha. Localizada no extremo contrário a Hanga Roa (cerca de 20 kms). O local é muito bonito, e além de um Ahu com Moais de chapéu, tem vários quiosques onde se pode beber e comer peixe fresco. 







Sunday, March 11, 2012

Patagonia IV - Puerto Natales / Torres del Paine



Sono arrivato all’ultima parte del racconto di viaggio in Patagonia.
In questo post parlerò di Puerto Natales, in Cile e del Parco Torres del Paine, famoso per I trekking e per la forma delle sue cime.
Si parte da El Calafate in pullman per un largo viaggio di teoriche 5 ore. Il paesaggio è desertico, pero molto bello.
Arrivando nel confine cileno, si scende per affrontare una coda e protocolli di entrata e uscita da un paese all’altro.
Le procedure sono irritanti, perché non ci sono funzionari sufficienti per tante persone e abbiamo perso un’ora come minimo.
A Puerto Natales non avevo albergo prenotato, a causa di non sapere esattamente come organizzare i trekking, dovuto all’incendio nel parco.
Cerco l’agenzia che avevo contattato prima, che per fortuna era aperta (era domenica), e il personale è stato gentilissimo, mi dando tutte le dritte dei rifuggi aperti e come potevo fare il percorso.
Alla fine vado in un albergo in centro per passare una notte e tornare dopo tre giorni di parco.

Mappa Percorso Torres del Paine

Il percorso nel parco dovrebbe iniziare il giorno seguente, con la salita al Mirador Torres, dove si vede la base delle cime e pernottamento nel rifugio Torres.
Il secondo giorno sarebbe una camminata più tranquilla, fino al rifugio Los Cuernos e la terza camminata al Valle del Frances e rientro al Puerto Natales.
Passo il pomeriggio nel paesino, che trovo molto più autentico che le città argentine. Case di legno, molto più vecchie, si notava anche che era più povera.
Arrivo al lungo mare verso il tramonto, faceva un vento freddo molto forte, pero la vista era veramente fantastica, si vedevano montagne innevate in fondo, barche nel piccolo porto.
La costa in pratica è il mare che va a finire nella rete di fiordi della Patagonia cilena e che poi sbocca nello stretto di Magellano.







Il giorno dopo mi alzo presto per prendere il pullman che mi porterebbe al parco Torres del Paine, con durata di circa 1,5 ore.
Faccio il check-in nel rifugio (sembra più un ostello della gioventù) e inizio la camminata alle 11. La parte iniziale è una salita lunga, non molto ripida, la giornata è nuvolosa.
Dopo un paio d’ore si arriva al rifugio cileno, dove pranzo e mi riposo un po’-
La seconda parte del sentiero è più tranquilla, si passa per il fiume ascencio, entrando poi in un bel bosco. Dopo un’altra ora si arriva alla salita ripida che porterà al Mirador las Torres.
L’ascesa è impegnativa, ma il sentiero è abbastanza buono e dopo quasi due ore arrivo alla fine, dove c’è un bellissimo lago alla base delle torri, che purtroppo non ho potuto vedere, perché nevicava ed erano tutte coperte. Pazienza, non possiamo pretendere che la natura si adatte alle nostre esigenze.
Rimango per un quarto d’ora e poi inizio a scendere, appena rientro nel bosco, una sorpresa: una volpe girovagava cercando cibo probabilmente. E per mia sorpresa non si è spaventata con la mia presenza. Sono rimasto a una distanza di meno di 10 metri. Una sensazione carina di stare cosi vicino alla natura incontaminata.
Infine rientro nel rifugio per le 7:30, dopo circa 9 ore di camminata!












Il rifugio è pieno,  la cena è fatta insieme a tutti. Chiacchiero con una copia francese e poi vado a letto.
Parto verso le 9:30 per una camminata che dovrebbe essere tranquilla fino al rifugio Los Cuernos (5 ore). Il giorno è nuvolo e un c’è un vento freddo.
Il sentiero praticamente è vuoto e la giornata è abbastanza solitaria. Il paesaggio è bellissimo, con laghi alla sinistra e montagne alla destra.
In un certo punto il sentiero comincia a essere un sali scende in mezzo a radici e sassi, e abbastanza faticoso.
Infine per le 2 arrivo al rifugio, piccolino, pero molto accogliente e pieno di gente.
Come non c’era posto, avevo prenotato una tenda, che ho trovato già montata e con sacco a pelo.
Prendo un bicchiere di vino e mi rilasso, chiacchierando con un’altra copia francese. Il rifugio è alla riva del lago Nordenskjol e vado alla piccola spiaggetta per guardare il paesaggio. Il vento è fortissimo e causa uno spettacolo molto particolare: nuvole di acqua che arrivano in raffiche sul lago.
Il cielo si apre e si vedono le cime, chiamate Cuernos (corna).
Il giorno dopo sarebbe pesante e non ero sicuro di arrivare fino all’ultimo mirador del valle del frances, dato che il percorso sarebbe molto lungo.
Sono partito molto presto, verso le 7:30 del mattino, la parte iniziale è tranquilla e dopo circa due ore arrivo al camping italiano, dove si comincia a salire per la valle, il sentiero è complicato, stretto e con molti sassi.








Il paesaggio è stupendo, la giornata non era bellissima, ma al meno non pioveva.
La salita finisce e inizia un bosco e anche il sentiero migliora. A un certo punto si arriva in una parte aperta, il vento è talmente forte e freddo che è difficile rimanere in piedi. Era il primo Mirador. La vista della montagna innevata e un ghiaccio impressionano.
Erano verso le 10:30 e continuo, entro nel bosco di nuovo e il sentiero non è male, cerco di andare più veloce, ma sarebbe difficile arrivare in tempo nel al camping britannico e secondo mirador.
A un certo punto arrivo in una parte aperta,  è tutto coperto e non si vede niente. Il vento è freddissimo e non si riesce a stare in piedi con la sua forza. Sono le 12 e sarebbe troppo rischioso continuare. Decido di iniziare a scendere perché non potevo perdere l’ultimo battello nel lago Pehoe, alle 18.
Rientro nel camping italiano verso le 14. Il guardia mi dice che è meglio ripartire per il lago Pehoe alle 15:30, perché arrivare lì prima sarebbe complicato, dato che è un posto senza protezione con venti forti e le cenere del incendio che dano fastidio.
Mi siedo tranquillamente per mangiare e poi riparto.










A certo punto il sentiero passa per la parte incendiata del parco ed è veramente un paesaggio desolante, gli alberi neri, bruciati, sensazione molto triste di distruzione. Il vento è molto forte e difficile di gestire in alcuni punti.
Arrivo verso le 17:30 nel porto, il tempo è bello, ma il vento è incredibile.
La barca parte solo alle 18:30. La navigazione è spettacolare, il colore dell’acqua è di un verde favoloso.
Arrivo a Puerto Natales tardi, verso le 21. Passo velocemente in albergo e poi a mangiare un cordero patagonico squisito, accompagnato di un eccellente vino cileno (Carmenère).
Il giorno seguente sarebbe l’ultimo e riesco a beccare una cavalcata per finire la mia vacanza in Patagonia.
La giornata era bella e sono solo io e il proprietario dell’agenzia e dei cavalli, Esteban. Passeggiata piacevole,  parlo con lui su vari temi.
A un certo punto ci fermiamo per mangiare chorizo (una specie di salsiccia) alla brace.
Ritorno a Puerto Natales per una camminata finale sul lungo mare e rientro a El Calafate, il giorno dopo partivo per Buenos Aires e rientrare in Italia.
Era finita la tanto sognata vacanza in Patagonia.